Phoebe pra presidenta!

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Enquanto, no Brasil, existe uma lei que obriga a presidente Dilma ser chamada de presidenta, nos Estados Unidos, a icônica Phoebe Buffay se tornará elegível pelos democratas, caso vença às primárias. Bem, pelo menos na ficção.

Scandal, atualmente, é uma das séries de maior sucesso na televisão aberta americana; liderando seu horário e tornando-se a segunda série mais assistida nas quintas-feira, dia em que a luta pela audiência é cruel. O plano principal da série apresenta escândalos, que em sua maioria partem do governo fictício dos Estados Unidos, comandado por um republicado. E em meio a proximidade ao fim do primeiro mandato do presidente Grant, surge Phoebe Buffay, que desta vez é  chamada de Josie Marcus. Apesar do visível desconforto de Lisa Kudrow no papel, que provavelmente nasceu para fazer comédia (mas ainda assim da conta da personagem), o que fica claro é o posicionamento da personagem, que forçada pelo Olivia Pope & Associados evidência que mulher no poder is the new black.

É possível perceber várias similaridades entre Josie Marcus e a presidenta do Brasil. Solteiras, surgindo a cogitação sobre sexualidade; Passado idealista, enquanto Dilma lutou pelo fim da ditadura, a personagem passou 7 anos na guerra; Família presente; e claro, fortes valores. As referências vão além de Dilma, Josie é ligeiramente excêntrica como a também latina, Cristina Kirchner e tem o estilo Hillary Clinton e Angela Merkel de vestir-se.

Scandal segue a tendência de política mundial, onde chegou a vez das mulheres. Na série, a vitória da personagem não depende dos votos dos eleitores, mas sim da vontade de Shonda Rhimes, assim como, a aprovação do público. Todos amam Phoebe, mas o que conta é: o presidente faz parte do elenco fixo, apesar que, Josie tem em sua equipe a protagonista da série.

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